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Saga das Almas
QUEM ME DERA

Quem me dera, oh! triste alma, quem me dera
Ser etérea, leve, quintessenciada
Ser translúcida, suave, sem amarras
Ser um sopro no infinito, ah! quem me dera!
Ser a gota do orvalho à alvorada
Que evapora, logo o sol a toque e a aqueça
Ser o raio desse sol que, à Terra, deixa
Seu momento de viver e vai-se embora
Quem me dera ser a brisa que enternece
Ser a sombra que acolhe e nem percebe,
O perfume que perfuma e se desprende
Ser o instante de uma vida sem percalços,
Sem receios, sem passados, sem pecados,
Que só vive o seu instante... plenamente.
(Samia Awada)


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Palavras-chave:
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