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Saga das Almas
QUASE FELIZ

Quero mergulhar no meu silêncio
Quero usufruir da solidão
Quero, na caverna, ao aconchego,
Quase me esquecer dos meus lamentos,
Quase ver sorrir meu coração
Quero ouvir calar os meus ruídos
E os gritos que agridem de fora
Jogar fora o que não faz sentido,
Desacelerar, ficar comigo
E sentir tristezas indo embora
Quero adormecer sob as estrelas
Que, lá fora, aguardam-me sair
Nos meus poucos sonhos, ser eu mesma,
Quase ser amada, quase aceita
E, assim, me sentir quase feliz.
(Samia Awada)


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Palavras-chave:
poema espiritualista, samia awada, saga das almas, quase feliz, literatura e poesia, poesia sobre tristeza, poesia sobre solidão
