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Saga das Almas
O JUGO LEVE

Eu sou o espinho solto
Que abandonou a flor
O som silencioso
Da alma sem conforto
Que se esqueceu do amor
Sou a razão sem alma,
A bússola perdida,
Aflita, assustada,
Sem norte e sem estrada.
Eu me perdi da vida
Me curvo sob os pesos
Que me aprisionaram.
Sou porta sem acesso
Não sei mais o que certo
Não sei o que é errado
Mas quando a dor transborda
E eu suplico socorro
O medo vai embora
E eu sinto a esperança
Me reerguer ao novo
É quando algo flui
Do fundo de minha alma
E uma tenra luz
Me sussurra: Jesus!
Somente Ele salva!
“Tomai vós o meu jugo
E aprendei de mim
Que sou humilde e manso
E encontrareis descanso
À dor que pesa em ti”
(Samia Awada)


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Palavras-chave:
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