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O JUGO LEVE

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Eu sou o espinho solto
Que abandonou a flor
O som silencioso
Da alma sem conforto
Que se esqueceu do amor

Sou a razão sem alma,
A bússola perdida,
Aflita, assustada,
Sem norte e sem estrada.
Eu me perdi da vida

Me curvo sob os pesos
Que me aprisionaram.
Sou porta sem acesso
Não sei mais o que certo
Não sei o que é errado

Mas quando a dor transborda
E eu suplico socorro
O medo vai embora
E eu sinto a esperança
Me reerguer ao novo

É quando algo flui
Do fundo de minha alma
E uma tenra luz
Me sussurra: Jesus!
Somente Ele salva!

“Tomai vós o meu jugo
E aprendei de mim
Que sou humilde e manso
E encontrareis descanso
À dor que pesa em ti”

 

(Samia Awada)

 

Licença de uso Pixabay, de compartilhamento e uso de imagens. 

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Palavras-chave:

POEMAS ESPIRITUALISTAS, POESIAS SAGA DAS ALMAS, POESIAS SAMIA AWADA ELARRAT, POEMA O JUGO LEVE, POEMA SOBRE JESUS, Cristo, Deus poemas, Espiritismo

Criado em Agosto de 2020

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