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Saga das Almas
NÃO QUERO SER

Não sou a espada que me rasga o peito
em mágoas, medos, dúvidas, rancores
Não sou meus restos de meus vis desejos,
vis autoenganos, exalando horrores
Não sou a senhora do meu mal viver,
dos mil apegos que me pesam a cruz
Não quero ser... não sou, não posso ser!...
a madrugada que desdenha a Luz!
Embora escrava, oh! Embora, ainda
escravizada por torpe vontade
aos vis carrascos que me freiam a marcha,
sob os escombros de minha desdita
eu sou a Luz que anseia, à liberdade,
fazer-se Estrela ao céu da madrugada!
(Samia Awada)


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