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Saga das Almas
MINHA PAZ

Te quero em paz, minh’alma, oh! como anseio
ver-te luzir em doce mansidão,
ver-te liberta dos pregressos tempos
em que te impus meu manto de ilusão
Te quero leve como as nuvens brancas
que a brisa mansa leva a passear,
e ao ver sedenta a relva, lhe derrama
o seu amor, em chuva a lhe molhar
E ao ver-te em paz, minh’alma, em mim anseio
não mais ser dor, só refletir a ti,
me libertando de minha cadeia,
sorver a paz que, agora, em ti percebo,
bailar contigo às nuvens e, ali,
unir-me, enfim, a ti, e ser inteira!
(Samia Awada)


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