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MINHA PAZ

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Te quero em paz, minh’alma, oh! como anseio
ver-te luzir em doce mansidão,
ver-te liberta dos pregressos tempos
em que te impus meu manto de ilusão

Te quero leve como as nuvens brancas
que a brisa mansa leva a passear,
e ao ver sedenta a relva, lhe derrama
o seu amor, em chuva a lhe molhar

E ao ver-te em paz, minh’alma, em mim anseio
não mais ser dor, só refletir a ti,
me libertando de minha cadeia,

sorver a paz que, agora, em ti percebo,
bailar contigo às nuvens e, ali,
unir-me, enfim, a ti, e ser inteira!

 

(Samia Awada)

 

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Palavras-chave:

poema sobre paz, poesia, poema espiritualista, poesia de samia awada, samia awada, saga das almas

Criado em Agosto de 2020

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