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Saga das Almas
MEU MERECIDO CANTO DO INFINITO

No tempo em que, ao mando do destino,
Meu corpo apagar-se, já sem vida,
Me despirei da veste, agradecida,
E a restituirei ao solo amigo.
Feliz, esperançosa, livre, enfim,
Eu atravessarei o infinito
Qual pássaro que, aos céus, busca seu ninho
Qual flor que, ao vaso, anseia o seu jardim
Vestida com a luz que cultivei
E com a sombra que me algema, atrairei
Meu merecido canto do infinito
Mas se eu não merecer o céu sonhado
Então renascerei no solo amargo
Para iluminar a sombra que ainda abrigo
(Samia Awada)


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