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Saga das Almas
MARCA DE AMOR

Quando a História cedeu-Te o lugar
E a natureza a Ti se curvou,
Quando a estrela, ao Te admirar
Correu ao mundo para anunciar
Que, em meio ao caos florescia o Amor
Estranha brisa acalmou os tormentos
Que assolavam os pobres mortais
Como se encanto, se mágico alento
Amenizasse cruéis sentimentos
E, por um tempo, ou guindasse à paz
Teu leve canto, Tua doce esperança,
Qual brisa mansa de consolação,
Penetrou templos, castelos, choupana
Encontrou almas sofridas, crianças
E acolheu-as em só compaixão
Correste aldeias vestindo doçura
Deitaste ao campo, velado por Deus
Foste irmão das estrelas, da lua
Cantaste, ao monte, a verdade mais pura
Que cada um que Te ouviu, se ergueu
Teu toque doce de afeto, curava
Tua voz de amável razão, consolava
Tua nobreza no olhar, encantava
Tua mansidão no calar, conquistava
E tua força de amar, transformava
Meu Mestre-Amor, nobre Cristo-Cordeiro
Meu homem-anjo chamado Jesus
Marcaste almas sedentas de afeto
Com a cicatriz do Amor verdadeiro
E assim, amando, morreste na cruz
E assim, amando, venceste a morte,
Venceste o mundo que a Ti se ajoelha
Te suplicando que de novo voltes
Para matar a saudade que escorre
Da marca do Teu Amor, que nos queima.
(Samia Awada)


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Palavras-chave:
poesia sobre Jesus, Cristo, amor
