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Saga das Almas
MAJESTOSO BERÇO

Oh! Universo, oh! sagrado aconchego
onde as moradas flutuam em harmonia,
teu infinito é majestoso berço
de toda obra divina concebida
De toda a obra visível e invisível
por onde a Vida evolui à Perfeição
Pois foi o amor do divino Pai aos filhos
Que te criou para a Sua criação
Oh! Lar supremo, teus imponentes astros
velam os planetas, lhes alimentam a Vida
Neles, se ouve o canto de mil anjos
ninando as almas ainda adormecidas
Ninando os filhos ainda aprisionados
às utopias em que se esconderam:
Não ouvem mais as mil vozes do Espaço
Se apegaram ao chão e te esqueceram
Até o tempo em que as muitas alvoradas
jorrarão luzes que os tornarão despertos
p’ra que alcem voo ao teu Lar que os aguarda
E, como irmãos, te povoem o Universo!
(Samia Awada)


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